In vitro osteoblast behavior on machined groove-textured zirconia surfaces






Autores: Joana Faria Marques, Mariana Brito Cruz, Sara Madeira, Óscar Carvalho, António Mata, Filipe Silva
Instituição: FMD - Universidade de Lisboa e DEM - Universidade do Minho
Valor da bolsa: 200.00€
Apresentação durante o evento CED-IADR and NOF-IADR congress em Madrid, Espanha | 2019-09-19

Resumo:
Objectivos: Avaliar a influência de superfícies implantares de Zircónia com texturas micro-sulculares na resposta de osteoblastos humanos in vitro.
Métodos: Foram preparados discos de Zircónia com textura de micro-sulcos produzida por maquinagem (T-YTZP) com 10, 90 e 100µm de profundidade, largura e espaçamento, respectivamente, e discos não texturizados (S-YTZP) por técnicas de sinterização com pressão. foram utilizados osteoblastos cultivados sobre poços de poliestireno como controlo. Todas as amostras foram tratadas com tateamento e ataque ácido, por forma a produzir uma rugosidade final de 2,25±0,42 µm, confirmada por perfilometria. Os osteoblastos humanos foram cultivados nos discos durante 14 dias através de métodos previamente descritos. A morfologia e adesão celulares foram observadas por microscopia electrónica de varrimento (SEM) após 1 dia. A viabilidade celular foi avaliada a tempos pré-definidos (1, 3, 7 e 14 dias) utilizando um método baseado na redução da rezasurina. O colagénio tipo I e osteopontina foram avaliados aos 3 e 7 dias utilizando ensaios imuno-enzimáticos. Todos os resultados foram apresentados como média±desvio padrão. As comparações entre grupos foram testadas através de ANOVA (com post-hoc de Tukey) utilizando programas informáticos de estatística. A significância foi fixada a p<0,05.
Resultados: A viabilidade celular aumentou ao longo do tempo em todos os grupos, sendo superior no grupo de T-YTZP quando comparada com o S-YTZP aos 3, 7 e 14 dias (p<0,05). Os níveis de osteopontina aos 3 e 7 dias foram mais elevados no grupo T-YTZP (545,73±47,47 e 3582,40±644,43 pg/ml) comparativamente com o S-YTZP YTZP (93,63±8,23 e 123,92±5,44 pg/ml, respectivamente) (p<0,05). Os níveis de colagénio tipo I foram também mais elevados no T-YTZP comparativamente com o S-YTZP aos 3 dias (2771,07±121,92 Vs. 1976,40±510,10 pg/ml ) e 7 dias (2524,14±232,28 Vs.193,41±201,48 pg/ml) (p<0,05).
Conclusão: As superfícies de YTZP maquinadas segundo uma textura micro-sulcular com tateamento e ataque ácido produziram uma resposta osteoblástica superior considerando a viabilidade, diferenciação celulares e a produção de matriz óssea, comparativamente com superfícies não texturizadas, de rugosidade e tratamento superficial equivalentes.


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